Alessandro sorri. Depois olha para o relógio.
- São vinte e um dias, oito horas, dezesseis minutos e vinte e quatro segundos que estou esperando por você.
- E daí? Há dezoito anos que o espero e nunca me queixei.
Desce do carro. Estão juntos, na beira da estrada, com o sol vermelho que já está quase desaparecendo, atrás daquele horizonte longínquo, feito de mar. Alessandro lhe sorri, segura o rosto dela entre as mãos. Niki também sorri.
- Eu queria ver quanto tempo você seria capaz de esperar por mim.
- Se um dia, de alguma maneira, você tivesse que chegar, eu teria esperado a vida inteira.
'Desculpa se te chamo de amor - Frederico Moccia'
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